quinta-feira, 20 de agosto de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Dex
Deitamos na cama sem dizer nada. Estamos de frente um para o outro, mas meus olhos estão fechados. Sinto a mão dele sobre a minha, ele a aperta, me chamando pra perto. Sinto minhas bochechas pegarem fogo. Ele ri. Deve ter percebido. Mas não me censura, não se irrita, não força a barra. Inspiro e respiro. Quando finalmente controlo meus batimentos cardíacos, me aproximo dele. Repouso a cabeça na curvatura do seu pescoço, logo abaixo do queixo. Nick não usa perfume ou colônia, mas é como se ele tivesse seu aroma próprio. Um aroma afrodisíaco, perigoso. Sou obrigado a controlar os malditos batimentos de novo.Nick
A verdade é que estou perdido. Já tínhamos esclarecido, não era a primeira vez de nenhum dos dois indo pra cama com outro cara. Mas seria a primeira vez que eu apenas iria pra cama, no sentido literal. E mesmo assim, é ele quem aparenta estar mais nervoso. Acho engraçado. Me permito rir. Ele não se importa. Sabe que não o estou julgando. Quando ele se aproxima, se aninhando em mim, sinto um certo volume encostando na minha coxa. Arqueio uma das sobrancelhas.— Pensei que não faríamos nada. - implico o envolvendo em meus braços, é a vez dele de rir quando responde:
— Eu também.
— Dexter and Nicholas (Sleepover)
quarta-feira, 15 de abril de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
"Nice is different than Good". Thanks Disney
Sonhar demais, não faz bem. Acho que era nisso que a Disney estava pensando ao adicionar a sua franquia um filme onde os príncipes são perfeitos esteriótipos de canalhas do século vinte e um.
Ser terrivelmente encantador e ainda por cima herdeiro do trono real nunca fez de príncipe nenhum flor que se cheire. E foi esse o brilhante exemplo dado pelo Prince Charming em "Into The Woods". Porque enquanto Cinderella bancava a difícil, dançando com ele a noite toda e depois metendo o pé a meia noite sem nem trocar o whatsapp antes, ele demonstrava todo o interesse do mundo, afinal, que príncipe encantado está habituado a rejeição? Mas foi só a guria do sapatinho de cristal (no caso desse filme: sapatinho de ouro) dar o braço a torcer pra que todo o interesse sumisse com a mesma rapidez com que chegou. Resumindo: enquanto era novidade, algo para se conquistar, tava ótimo. A partir do momento em que se tornou algo fácil, perdeu a graça...
Simplesmente genial essa ideia de juntar dois esteriótipos
Assinar:
Comentários (Atom)





